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Participe de um Trabalho Comunitário
Todas as comunidades oferecem inúmeras oportunidades de doação. Leia para cegos. Ajude o bazar local da caridade. Visite um asilo de velhos, vá brincar com as crianças de um orfanato. As pessoas que desenvolvem um trabalho comunitário sentem-se bem consigo mesmas. Elas sentem-se úteis, valorizadas e, correm menos riscos de se entediarem. Entram em contato com uma realidade onde, apesar de todas as carências, descobrem riquezas gratificantes. Mesmo que ache que não tem muito tempo ou habilidades, reserve ainda que seja uma hora por mês e dedique-se a uma boa causa. Verão o amor, atenção e a beleza que existe em cada uma dessas vidas. O trabalho voluntário nos dá uma sensação de estar fazendo alguma coisa de bom. Todos saem ganhando, mas sinto que você é quem ganha mais!
O assunto revela um acentuado consenso de que o trabalho voluntário contribui poderosamente para a felicidade ao eliminar o tédio e dar um objetivo à vida. Seu trabalho é fonte de realização para você e de conforto para sua família. Cada interesse em comum entre as pessoas envolvidas num relacionamento aumenta a qualidade de uma relação duradoura e resulta num aumento de satisfação com a vida.
Não esconda seus sentimentos, seus pensamentos, suas esperanças. Compartilhe-os com seus amigos e familiares. As pessoas que guardam tudo dentre de si tendem a sentir-se isoladas, acreditando que os outros não as compreendem. Aqueles que compartilham suas vidas sentem-se mais amparadas e felizes, mesmo quando as coisas não corram exatamente como querem. Para termos credibilidade, precisamos manter ao máximo nossos compromissos e, quando isso não for possível, avisar, explicar, desculpar-se. Mas sempre com a verdade, por mais desagradável que seja, para que a relação possa se desenvolver baseada na confiança.
Ajudar é uma coisa que sempre vale a pena. Por isso, preste atenção à sua volta e ajude a quem puder. Podem ser coisas simples, tais como: habituar-se a segurar à porta, para as pessoas que estão atrás de você. É um gesto amistoso que faz bem ao próximo e a você.
A religião pode apontar o caminho e fornecer um sentido para viver num mundo onde acontecem tantas coisas negativas. A religião pode nos ajudar a desenvolver valores de amor, solidariedade e compaixão, essenciais para a realização e felicidade do ser humano. A religião nos liga a uma dimensão que vai além de nós e oferece algumas respostas e diretrizes, sobretudo esperança.
Práticas religiosas ativas estão associadas às vidas mais longas, mais saudáveis e certamente mais felizes. Pesquisas realizadas quanto ao efeito da religião sobre a satisfação na vida, verificam que, seja qual for a religião, as pessoas que têm sólidas crenças religiosas estão, em geral, satisfeita com a vida, enquanto que aquelas que não tem qualquer crença religiosa demonstram geralmente insatisfação.
As pessoas têm capacidade de serem felizes a partir dos relacionamentos disponíveis e não precisam que todas as relações tenham a mesma qualidade de afeto e afinidade. Aquilo que nos realiza e nos traz satisfação no dia a dia é que realmente constitui a nossa felicidade. Não perca isso de vista mesmo ante o sucesso e riqueza dos outros. A vida é um dom, e quando a recebemos ganhamos também a oportunidade de decidir o que fazer com ela. O caminho e o objetivo serão traçados em um mapa criado por você. Viver com satisfação é um dos grandes desafios da vida. É melhor que enfrentemos com otimismo!
No casamento, particularmente, é fundamental para a felicidade que haja flexibilidade na negociação dos desejos de cada um. São duas pessoas diferentes, com suas histórias e suas características próprias, que se propõe a serem felizes juntas. Não se trata de uma competição para ver quem ganha, mas da administração conjunta de um bem-comum. E para isso é fundamental ser capaz de ouvir e acolher o desejo um do outro com flexibilidade. Todos nós passamos por mudanças significativas no decorrer dos tempos. Aqueles que encaram essas mudanças como inevitáveis e permanecem abertos à possibilidade de que elas sejam positivas têm mais chances de estarem satisfeitas com a vida do que aqueles que resistem às mudanças e as sentem como perdas.
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